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TCC Sociologia

07/12/2017

Trabalho analisa a solidão do imigrante a partir de filmes que abordam a discussão

Sofia Cherto defende seu TCC orientado pelo Prof. Dr. Rafael Araujo. A arguição ficou por conta do Prof. Dr. Rodrigo Estramanho.

Nesta quinta-feira, 7 de dezembro, começaram as defesas públicas dos Trabalhos de Conclusão de Curso da Escola de Sociologia e Política da FESPSP. A graduanda Sofia Cherto apresentou o trabalho “Solidão Transnacional: identificação do não lugar do imigrante em filmes no norte geopolítico”, que contou com a orientação do Prof. Dr. Rafael Araujo e arguição do Prof. Dr. Rodrigo Estramanho.
 
Sofia explicou seu processo de escolha justificando que a solidão é uma das maiores causas da depressão, que afeta 350 milhões de pessoas no mundo. Além disso a escolha pelo imigrante está diretamente relacionada à obra de Norbert Elias. “Eles materializam a condição de solitário, não conseguindo se relacionar com nada além da sua consciência”, conta a estudante, acrescentando que o imigrante em questão é o que sai de um país subdesenvolvido (do Sul geopolítico) para um desenvolvido (Norte). 
 
“Temos de levar em consideração a possibilidade da pessoa não estar sentindo que ela tem um lugar seguro para além da própria consciência. Ela considera hostil o mundo ao redor”, explica. Os filmes analisados foram: A jaula de ouro, Lion, O visitante e Bem-vindo. O trabalho foi aprovado pelos professores.
 
Confira o resumo: 
Este artigo consiste na investigação da solidão através de quatro filmes longa-metragem que tem como tema comum a questão da imigração. Partindo do conceito de solidão de Norbert Elias, analisaremos como “A jaula de ouro” (2013), “Bem-vindo” (2009), “Lion: uma jornada para casa” (2016) e “O visitante” (2009) exploram, por meio de recursos cinematográficos, a sensação de solidão. Nosso objetivo é conhecer pelas obras de arte selecionadas questões relativas a esta melancolia que não poderiam ser reveladas pela pesquisa puramente bibliográfica. Tendo seus aspectos objetivos captados pela divisão sintagmática desenvolvida por Christian Metz (1980), e subjetivos através de autoetnografias, compomos um breve quadro que une o reconhecimento dos recursos cinematográficos e os efeitos por eles causados. Esperamos, assim, não oferecer uma solução para a solidão, mas melhor compreender como se sente o indivíduo solitário, para que possamos melhor entender uns aos outros. Afinal, todos, a nosso ver, estão suscetíveis a este tipo de sofrimento que caracteriza as relações sociais na contemporaneidade.
 
Palavras-chave: Solidão; Sensações; Cinema; Imigrantes; Autoetnografias;
 
Confira as fotos:





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