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Reforma Política

09/08/2013

Propostas de governo, em resposta as manifestações, são analisadas por sociólogo e cientista político

O sociólogo Rodrigo Estramanho de Almeida e o cientista político Rui Tavares Maluf, docentes do curso de Graduação em Sociologia e Política da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) são entrevistados pelo Jornal da Cultura para...

O sociólogo Rodrigo Estramanho de Almeida e o cientista político Rui Tavares Maluf, docentes do curso de Graduação em Sociologia e Política da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) são entrevistados pelo Jornal da Cultura para comentar sobre as soluções apresentadas pela presidente Dilma Rousseff em resposta aos protestos que paralisaram o Brasil, reforçando a questão do que realmente pode ser cumprido dentro das promessas apresentadas pelo governo.


A matéria aponta que no dia 24 de junho, a presidente Dilma anunciou 5 pactos nacionais que além da melhoria da saúde, defendem a destinação de 100% dos royalties do pré-sal para a educação, além de uma convocação de assembleia constituinte exclusiva para uma reforma política. As propostas foram abandonadas, a constituinte não durou 24 horas porque não caberia ao governo convoca-la. No lugar, tentou-se um plebiscito, mas diante da impossibilidade de organizar a votação a tempo de as mudanças valerem para 2014, foi postergado. Já os royalties do pré-sal sofreram uma derrota da própria base aliada no Congresso Nacional e os recursos terão de ser divididos entre a educação e a saúde.


Segundo Rui Tavares Maluf, o governo carece de articulação “Quando falamos em pacto, estamos pressupondo um acordo com o adversário, com aqueles que pensam diferente, com aqueles que no caso atual conformam as oposições no Brasil. Isso não foi feito, o ato em si, do lançamento com a presença de governadores, autoridades muitas das quais são da oposição, não significou rigorosamente qualquer acordo”.


Sobre as manifestações que paralisaram as ruas no último mês, o sociólogo Rodrigo Estramanho afirma que a crise poderá ser agravada diante dos recursos do governo “Na medida em que você não apresenta respostas que imediatamente possam ser consumadas para diminuir o efeito da polêmica toda que essas mobilizações vêm causando, temos o ingrediente de prolongamento da crise”.

Confira a entrevista na íntegra.




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