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Release Política

29/10/2012

Estudo analisa a composição e renovação na Câmara paulistana ao longo de 26 anos

O Prof. Dr. Rui Tavares Maluf, coordenador do curso de pós-graduação em Opinião Pública e Inteligência de Mercado da FESPSP, realizou estudo sobre vereadores eleitos de 1982 a 2008, mostrando oscilações nos resultados.

O Prof. Dr. Rui Tavares Maluf, coordenador do curso de pós-graduação em Opinião Pública e Inteligência de Mercado da FESPSP, realizou estudo sobre vereadores eleitos de 1982 a 2008, mostrando oscilações nos resultados.

A intenção deste estudo foi obter uma visão objetiva sobre os vereadores eleitos no decorrer de 26 anos, independentemente das conjunturas específicas dos ciclos eleitorais e verificar se várias mudanças institucionais que ocorreram no Brasil repercutiram sobre as eleições da câmara paulistana. “Levar em conta tantas eleições ao longo de 26 anos permite uma visão de médio para longo prazo na qual é possível identificar se determinadas variações ou padrões são predominantes”, diz o pesquisador.

Para o cientista político, o estudo das sete eleições para a Câmara Municipal de São Paulo revelou desde informações desconhecidas pelo grande público devido à falta de estudos e investigações sobre eleições, quanto mostra com bastante clareza as fortes oscilações nos resultados eleitorais acarretando significativos impactos junto aos partidos políticos e a sorte dos vereadores eleitos. Mostra também, o quanto é breve a permanência no Legislativo paulistano da maioria dos vereadores.

Fernando Haddad, o prefeito eleito na São Paulo para gestão 2013-2016, vai governar cidade com um legislativo municipal com menos de 30% de vereadores da coligação que o elegeu. Isso por si só mostra o desafio que o executivo terá que enfrentar para governar. Outro dificultador para solucionar problemas na cidade pode ser a renovação, que nesta última eleição foi de aproximadamente 40%,

O estudo mostrou que, ao longo das sete legislaturas anteriores, as condições nas quais os vereadores chegavam e raramente permaneceram na câmara, não os tornam referência para o grande público de São Paulo, mas tão somente para grupos muito específicos. “Esses resultados podem refletir a dificuldade para a cidade contar com um debate sobre as importantes questões que a desafiam”, explica Rui.

Veja a íntegra do estudo em: http://www.fespsp.org.br/imprensa/vereadores_titulares.pdf




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